
Um grande absurdo foi cometido com a classe dos jornalistas que passam 4 anos se esforçando e lutando para ter um diploma nas mãos, no dia 17 de junho, por 8 votos a 1 foi derrubada a lei que exigia o diploma ao jornalista. Em torno dessa polêmica decisão, se formou uma grande interrogação entre os estudantes que já se formaram, e pricipalmente entre os que hoje cursam.
Durante o julgamento da decisão, o presidente do STF comparou jornalistas com cozinheiros. "Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional." Isso causou uma grande revolta entre os estudantes, pelo modo rasteiro em que o ministro tratou os profissionais. Afinal, a responsabilidade de trabalhar em uma cozinha, não é a mesma de ir as ruas, se criar uma matéria, de estar numa bancada de um jornal, enfim de exercer o papel do jornalista.
Conversava com um amigo meu, e ele me disse: " Veja, o Mercado já está saturadíssimo e, agora, além de concorrer com jornalistas, iremos concorrer com os "filhos" dos editores-chefes que vão ser "jornalistas" para abaixar os custos da empresa".
E eu perguntou, se formos desistir agora com essa decisão tão infeliz para nossa classe, será que vamos ter capacidade de concorrer com os "jornalistas" do futuro? Será que somos tão auto-suficiente para desistirmos de aprender? Se eles vão entrar no mercado sem diploma, nos vamos entrar após ter passado 4 anos aprendendo.
Sem dúvidas, é uma fase em que o jornalismo está passando, mas não significa que devemos desistir, não! Temos que cotinuar, afinal o curso de Jornalismo não irá acabar, a profissão não vai se exterminar, pelo contrário, vai ser exigido muito mais dos futuros jornalistas, qualificação e um diploma na mão. Já foi dito também pelas principais empresas de comunicação, que só serão aceitos profissionais com o curso completo de Jornalismo, não devemos abaixar a cabeça com a decisão dos ministros, e sim encarar como uma motivação e uma prova de quem verdadeiramente ser um jornalista capacitado, e quem quer tentar ser um "cozinheiro".
Bruno Brandão
2º Periodo - Jornalismo
Durante o julgamento da decisão, o presidente do STF comparou jornalistas com cozinheiros. "Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional." Isso causou uma grande revolta entre os estudantes, pelo modo rasteiro em que o ministro tratou os profissionais. Afinal, a responsabilidade de trabalhar em uma cozinha, não é a mesma de ir as ruas, se criar uma matéria, de estar numa bancada de um jornal, enfim de exercer o papel do jornalista.
Conversava com um amigo meu, e ele me disse: " Veja, o Mercado já está saturadíssimo e, agora, além de concorrer com jornalistas, iremos concorrer com os "filhos" dos editores-chefes que vão ser "jornalistas" para abaixar os custos da empresa".
E eu perguntou, se formos desistir agora com essa decisão tão infeliz para nossa classe, será que vamos ter capacidade de concorrer com os "jornalistas" do futuro? Será que somos tão auto-suficiente para desistirmos de aprender? Se eles vão entrar no mercado sem diploma, nos vamos entrar após ter passado 4 anos aprendendo.
Sem dúvidas, é uma fase em que o jornalismo está passando, mas não significa que devemos desistir, não! Temos que cotinuar, afinal o curso de Jornalismo não irá acabar, a profissão não vai se exterminar, pelo contrário, vai ser exigido muito mais dos futuros jornalistas, qualificação e um diploma na mão. Já foi dito também pelas principais empresas de comunicação, que só serão aceitos profissionais com o curso completo de Jornalismo, não devemos abaixar a cabeça com a decisão dos ministros, e sim encarar como uma motivação e uma prova de quem verdadeiramente ser um jornalista capacitado, e quem quer tentar ser um "cozinheiro".
Bruno Brandão
2º Periodo - Jornalismo


